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12 hectares
9 marcas
40 mil garrafas,
€80 000 euros de faturação




A Quinta da Ramalhosa é uma empresa que tem comandante no Micael Baptista, a quem coube resgatar as vinhas da família. É a terceira geração, no início o avô Adriano Batista que plantou as primeiras cepas, depois o pai, Paulo Batista.
Outros tempos, em que as uvas produziam vinho para consumo da casa e venda a granel.



O negócio mudou, os mais novos não esquecem o saber dos antigos, mas enxertou-se na Ramalhosa, um caminho empresarial e ainda bem.
Mouraz está quase na fronteira sul e lá estão também a quinta e a adega.
A produção começou em 2015, juntou-se enólogo ao negócio e a Quinta da Ramalhosa desatou a engarrafar.
Criado na agricultura, viajado pelos mercados e sabedor de conhecimento antigo, Micael estudo técnicas agrárias, lançou dinheiro ao vinho, colheu grande qualidade e vai juntando parcelas.
Ainda há ali memórias dos fogos de outros anos, estão a produzir 40 mil garrafas, há capacidade para chegar às 120 mil, ano.
O objetivo é obter um perfil de vinhos capaz de captar um público mais jovem, com menos extração e alcoolemia.
A agronomia está presente, fazem-se intervenções manuais na vinha, e dali também brotam vinhos mais clássicos, boa acidez, frescos, vindos de uma parcela de vinhas velhas de meio século.
A exportar para três continentes, procura atingir os mercado chinês, britânico, brasileiro e nórdico.
Já se pensa em enoturismo e o planeamento assenta no crescimento e na boa condução de vinha.







