O enólogo da Adega Cooperativa conta que:
O pipo foi encontrado em 2000 numa adega que ainda dispõe de alambique e caldeira já não se fazia prologava a vindima de setembro a março e o engaço passou a ser encaminhado para destiladores, vinificar destilar as regras fizeram baixar o consumo 2 pipos 550 litros que a madeira também bebe, compraram bagaço para ir atestando engarrafaram uma bagaceira velhíssima, 20 anos de casco, tem vinda a ser atestada no casco é preciso desdobrar dos 60º ate´ aos 39º a 40º para ser engarrafada uma raridade
humanizar mãos aguardente, aquecer com as mãos o cálice
Foi simples de Sabath, galináceo, antes perjunto do Ródão, valho da cura, atum da Madeira, redenho, bacalhau de escassa batata e muita salsa feito pastel, chamuças , manchego e o tomate. Após, o castanho, nas moelas, na grelha, nas batatas de Ribeira de Pena, fritas singelas. E eu arrepiado. Queijo é de saída. E lá foi, após o abade, tomei-me de Quitério e retomei o abade, dois anos, bem sei espanhol em mesa novembrista.
Mas a cura, esmoeu tudo.
Regado a branco Doc de altitude e Algrocheiro de Reis, que se me Dão bebo – mesmo que se pequenez nos bagos como o Borrado e os Carolino, que vindo além Doz do Dão é escolástico e, escapando-se-me à doutrina, um atrevimento. Um pulo ao Douro, as arcas velhas onde, cada vez, se abriga aguardente. Não a bagaceira, a douta de moer queijo e broa de Vildemoinhos. Que jurava a origem, não foram os impostos e a perseguição. Foi um nascimento e lá voltarei a encher o cantil.
Um sábado como tantos domingos, mas a aguardente e perjúrio que a República não perdoa nem absolve. As fotos são da minha varanda, à Estrela e do Tiago, que percebe destas coisas da Portugalidade. E, agora que a Anita dormita e o puto catrapisca, vou espichar mais um pouco. A pensar no Nascimento. E desses Domingos é que agradeceremos a gentileza. Saúde!






