Chego à Lageosa do Dão para me encontrar com Jaime Murça. No aperto da mão, contrato firmado nas vésperas, para uma extraordinária aventura pelos patamares, que descem ao rio pequeno. Já foi uma grande empresa, permanece a capacidade instalada e as vinhas. Murça conduz, eu pergunto, vejo e aprendo. Sim, há muita conversa. Mas do fim da rua às cepas, vai grande distância.
A Bulltrade também já pensa em azeites, enquanto estuda a terra e não há videiras sem oliveiras.
Aqui produzem 400.000 garrafas que valem meio milhão de euros. O negócio dos vinhos é o grande motor económico da Lageosa do Dão, desde há dezenas de anos.
A Bulltrade reúne, por si, dez milhões de capacidade de vinificação; tem uvas próprias em 50 hectares de vinha, espalhadas maioritariamente na Lageosa do Dão, onde tem sede. As parcelas são reconhecidas pela presença de cisternas de água.
Nas instalações, na Lageosa, há um wine bar e uma extraordinária vista sobre o vale.






