Quinta das Camélias, Sabugosa


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Quinta das Camélias, Sabugosa

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18 hectares

2 marcas

90 mil garrafas,

400 000 euros de faturação

A Quinta das Camélias, em Sabugosa, foi adquirida em 2002, por Jaime de Almeida Barros, que reconverteu todas as vinhas.

Pelas imediações há lagaretas, que empurram para muito longe as

práticas vitivinícolas.

Mesmo a carta de Couto do Mosteiro de Lorvão, do ano de 1183, aponta “Sabugosam”, como referência de vila, e de lá siaram vinhos para os monges.

A Quinta tem mais lastro histórico, o anterior proprietário enviava vinho à Embaixada de Portugal, nos Estados Unidos da América, na década de 1940, por indicação expressa do então embaixador Pedro Teotónio Pereira e com barricas lacradas com a chancela da Embaixada.

Hoje, a Quinta das Camélias produz vinhos de elevada qualidade, elegantes e estruturados, em solos de argila e xisto, com encepamento, nas castas brancas, o Encruzado e a Malvasia Fina.

Jaime Barros, que se fez viticultor, anota que as quintas vinhateiras “têm de ganhar dimensão, para que o negócio seja rentável”.

“Impostos e partilha de recursos” brilham na mente deste viticultor. Já o negócio “atrasa pela burocracia, escasseiam decisões, mas não deixa de ser bonito”.

Subir ao outeiro onde está a Quinta das Camélias é contemplar panorama e proscénio do Dão. E vinhas a crescer. Nas parcelas e nas videiras.

A adega e o engarrafamento são feitos na quinta, os vinhos têm sido distinguidos com várias medalhas em Portugal e no estrangeiro, para onde exporta para 12 países.

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