Casa da Passarela Fuga Colheita Branco 2023


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Casa da Passarela Fuga Colheita Branco 2023

Tenho infringido as normas, aqui há dias com um varietal Encruzado, que a minha teimosa obstinação recomenda sempre mais tempo e remanso. Desta feita, uma Fuga ali a 2023 para aferir se sou velho obstinado ou se, eu e o meu palato, rabujando, temos alguma razão.

Fuga Branco 2023, bebido de companhia, tarde ensolarada e termómetros a subir quase à vintena. Surpreso no beber e surpreso, também, por pensar o vinho em duas dimensões, o novo e o velho. Ou muito velho e esses são raros. Acabou a Fuga, mas foi valente o prolóquio. Frutado, suave citrino e muito fresco. Vivo e pertinaz nos seus 13º; diria, sem acinte, jovem e vibrante. Sensacional se me permitirem a euforia de quem leva uma hora, alguns cigarros e o sempre amigável queijo fresco, a desmanchar a botelha.

Citrino, como vos dizia, muito vivo, requintado no sair, um perfure que ali nos deixa, ao final, será essa a filosofia da Fuga, ando em aulas práticas de lotes e em podendo irei indagando dos batismos nas garrafas – as marcas que trazem os euros. Este amealhou 6,65 euros, em loja, alegre, balsâmico e um hossânico refrigério na evasão para o formidável Fuga.

Este Elegante surge de vindima quente, escassa chuva, seca, salvaram as cepas as chuvas da Primavera, aqui e ali granizo, em lembrando ou compulsando relatórios de colheita. No final, com os freáticos alimentados, a videira estendeu-se e deu bons cachos e com boas uvas, pensar e delicadeza, surgem sempre bons vinhos.

A Casa da Passarella é engarrafador de antanho, creio e agora não vou consultar, que haverá outro, mas a primazia é comummente atribuída a estas sete vinhas, meio cento nos hectares, por onde estudaram, no ver, sabedores como Alberto Vilhena. Lá está a garrafa com roupagem de 1893. 

Tomei-o como vinho sofisticado, ideal para acompanhar tardes de sol. Já.

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